Em breve, um em cada 15 pontos de luz no céu será um satélite ao invés de uma estrela, afirma astrônoma

 Samantha Lawler acredita que o surgimento de megaconstelações de satélites, como os da internet orbital da Starlink, terá um impacto “devastador” na pesquisa astronômica e mudará completamente como veremos o céu noturno. Lawler reconhece o benefício de levar internet a áreas remotas, mas é crucial que órgãos reguladores limitem a quantidade de satélites visíveis em órbita.

As informações são do site Futurism.

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